As últimas de minhas amigas (e uma minha)

Oi pessoas!

Como fiquei um tempo sem postar, por motivos alheios as minhas vontades, resolvi contar para vocês, bem sintetizado, algumas últimas de minhas amigas. Salvo ledo engano, são pessoas sãs. Creio… Coitadas. Vamos descer o sarrafo e eleger a mais doida de todas.

A primeira concorrente é…

Neuzinha Corrêa

Quando casou, na primeira noite, o marido, José Corrêa, comprou chá, desses de pacotinho, de sachê, sabem? Pois bem. Ela viu aquilo e achou muito estranho. Mais ainda quando ele solicitou que ela fizesse um chazinho para curtirem juntos a estreia de Kirk Douglas, no filme Spartacus.

Na dúvida, ela rasgou o sache, jogou o conteúdo de todos os pacotinhos na água e fez o chá. “Amauri, ficou ruim pacas, mas eu tinha que elogiar. Era nossa lua de mel. Bebi tudo.”

“Coitado do Kirk”. Pensava a Neuzinha. “O Corrêa não está gostando do filme, está fazendo tanta careta…”

Irene Franco

Era o dia do bazar de roupas usadas no Centro Espírita. Muita movimentação, gente para todos os lados, atendimentos mil. A Irene, ao dar umas voltas pelo salão, para ver se tudo corria bem, encontrou uma menininha de uns 7 anos. Abaixou, para ficar na altura da criança e mandou essa:

– Oi coisa linda!!! Que menina mais fofa, gente! Como você chama meu anjo?

A menina, demonstrando espanto, deu dois passinhos para trás e, com cara de choro, retrucou:

– Mãe… Sou eu! A Thalia…

Imagem representativa das minhas amigas doidas

Desconhece-se o fato de até hoje a menina não ter freqüentado as aulas de evangelização infantil, lá no Centro. Dispensa os médiuns, tudo foi desvendado após esta postagem.

Prima da Irene Franco

Não posso revelar o nome. Não porque sou pudico. É porque eu não sei.

Chegou ao Banco Itaú, com a filha pequena. Parou na porta, abriu a bolsa e pegou um molho de chaves. Tentou abrir. Nenhuma chave deu certo. (Claro!).

A filha observava, atônita, a perturbante cena. A mãe jogou, entendiada, o molho dentro da bolsa e começou a procurar algo. A menina pensou: “Acho que agora ela vai pegar o cartão”. De longe ela se iludiu. A prima da Irene pegou outro molho de chaves e tentou, incansavelmente, fazer com que alguma delas abrisse a porta. A filha não agüenta.

– Mãe, nós estamos no Banco Itaú!!! Tem que abrir a porta passando o cartão!

– Nossa!!! Pensei que estávamos em casa…

Tenho conta no Itaú há anos, desde que ele é gente. Mas não me sinto assim, tão em casa.

Amauri Martineli (Eu mesmo)

Falaram que se eu não postasse isso, nunca mais iriam entrar aqui no “Voluntários do Exílio”. Disseram que sou parcial e omito alguns de meus fiascos. Para provar que não sou. Lá vai. (Não estou acreditando que estou postando isso).

Fui mestre de cerimônia de um evento no Teatro Municipal. Eram várias apresentações das oficinas livres da Fundação Cultural. A primeira era da Banda Sinfônica. O maestro me confidenciou, no camarim, que um pai foi levar os gêmeos e, no ensaio, gostou tanto que pediu para tocar junto com seus filhos, músicos e alunos do projeto. Aquilo me comoveu e ao maestro também. Perguntei o nome do pai. Pensei em fazer uma surpresa para ele. “Gilberto”.

Além do cerimonial, também estava fazendo a cobertura fotográfica do evento. Anunciava a apresentação e corria para frente da boca de cena para registrar tudo. Bati muitas e muitas fotos do Sr. Gilberto, vários ângulos. Verticais, horizontais, recortes diferentes. As mãos, os dedos no saxofone. O rosto sorridente e radiante. Os olhos brilhavam de satisfação. Tudo foi registrado pelas lentes imaculadas deste que vos digita. “Vou revelar e dar de presente para ele. É um momento importante para sua vida”. Pensei.

Antes da última música fui ao microfone e disse:

Não sorria, Sr. Gilberto, o senhor não está sendo fotografado.

– Muito bem, senhores pais. Mais uma vez agradecemos a confiança que vocês depositam em nós, no que concerne a educação musical de seus filhos…

E etc, e etc… Falei então da história do Sr. Gilberto e pedi para que o mesmo se levantasse para que a plateia pudesse aplaudi-lo. Apontei para o homem e ele não se moveu. Do outro lado se levanta um cara e o público o aplaude com entusiasmo. Tirei fotos do Gilberto errado. Não bati nenhum retrato do verdadeiro Gilberto.

Tenho uma certa habilidade para atrair esses tipos de coisas para mim. Em frente minha casa tem um tiozinho que o pessoal chama de “Seu Manoel Benzedor”. Já volto.

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Vale tudo para compor uma boa personagem… Só não vale… (vocês sabem)

O ano era 1996. Eu estava morando no Mato Grosso do Sul. Numa pequena cidade que, de tão pequena, ainda nem tinha panela de pressão. Não existia essa tecnologia por lá. Pequena mesmo, porém, pacata, como todas as cidadezinhas que não tem panela de pressão. Isso me dava depressão. (Só para não perder o trocadilho indigesto).

Fiquei uns dois anos por lá. Não agüentei o tédio, pedi demissão e voltei a Paranavaí – Cidade Poesia. (Que lugar lindo!).

Logo que voltei, o Téia ficou sabendo e me chamou para participar da última apresentação de O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. Queria que eu cobrisse a falta de um dos atores que tinha ido embora da cidade.

Sim, sou integrante do TEP – Teatro Estudantil de Paranavaí. Atuo, dirijo e etc. Pois bem. Fiquei todo empolgado. Tinha somente uma semana para decorar o texto do Coronel Antonio Noronha de Brito Moraes. Quase dois anos de molho, sem interpretar, aquilo me deixou muito animado mesmo.

Decorei rápido o texto e, na composição da personagem, que já tinha certa idade, fui à frente do espelho e provei umas roupas, chapéus, botas e bengala. Tentava também encontrar o melhor timbre de voz.

Faltava-me algo. Eu tinha 26 anos e precisava envelhecer. Grupo de teatro pobre e amador, sabem como é. Não tínhamos verba para comprar o famoso pancake para a maquiagem. Precisava deixar meus cabelos e meu rosto brancos. Olhei para o lado e vi uma latinha de talco. Não tive dúvidas. Joguei talco em todo meu cabelo. No meu rosto. Pescoço. Percebi que estava ficando boa a maquiagem. Coloquei um pouco na orelha e dentro dos meus ouvidos. Eu tinha que ficar perfeito. Era o meu retorno a Paranavaí. Tinha que ser marcante.

Já maquiado e na frente do espelho comecei a falar meu texto. Impostava a voz. Os vizinhos quase enlouqueceram, mas, minha mãe, os acalmava dizendo que tinha um filho ator, que era assim mesmo e ela já estava acostumada.

- É da televisão, dona Maria?

- Não! Quem dera. É de teatro mesmo…

Uma vez meu pai foi ao teatro me ver atuando. A peça era Arena Canta Zumbi. Um drama de Guarnieri, Boal e Edu Lobo, sobre a saga de Zumbi dos Palmares. Uma peça linda, toda musicada! Eu jogava capoeira, fazia papel de escravo, feitor, vendedor e até a personagem de Dom Ayres de Souza Bezerra de Castro. Eu dava o texto com muita euforia, afinal, meu pai estava na plateia. Eu queria impressionar. Notei que ele saiu umas duas vezes e na terceira não voltou mais. Já em casa perguntei a ele porque saia tanto e porque não voltou.

- Eu estava saindo para fumar. Não queria que eu fumasse lá dentro, né?

- O que o senhor achou da peça?

- Interessante.

- …

Voltemos ao meu caso.

E eu lá, na frente do espelho, estalando a língua e fazendo exercícios de expressão vocal e dicção.

PA PÉ PI PÓ PU… A ARANHA ARRANHA O JARRO… NÃO HÁ LUAR… DOIS PRATOS DE TRIGO PARA DOIS TIGRES (esse último eu não consigo falar até hoje).

Foi então que meu rosto começou a queimar. Sim, queimava… Sentia meu rosto pegando fogo. Começou a arder tudo… Meus olhos lacrimejavam… Isso não está certo! Será que eu encarnei tanto a personagem do velho que estou sentindo na pele? Consegui pensar isso antes de pegar a latinha e olhar sua embalagem.

(Neste momento que tiver Rivotril em casa, pode ir lá buscar e tomar um, antes de continuar a leitura).

Peguei a latinha, olhei a embalagem e vi o desenho de uma caveira com dois ossos em X cruzando-a. Isso eu não tinha visto ainda. Estava tão empolgado com a criação da personagem. Era veneno para rato! Eu passei veneno para rato na minha cara e cabelo! Acreditam?

O famigerado desenho que eu não vi antes

Comecei a jogar água em tudo. Aquilo virou um sebo. Arrependi-me de misturar água com aquele pó. Mas era tarde. Comecei a gritar por socorro. Ninguém veio me atender. Pensaram que fazia parte da interpretação. Entrei no chuveiro, com os olhos bem fechados, com medo de ficar cego. Lavei tudo, até sair o último pó de veneno do meu corpo.

Eu não me lembro de um banho tão demorado. Fiquei zero kilômetro. Sem sequelas, como vocês podem ver. Eu sobrevivi. O médico disse que eu poderia ter ficado com alguma deficiência. Acho que não fiquei com nenhuma.

Eu acho…

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Acidentes acontecem. De todas as modalidades, gostos e sabores…

Quando o PC de Oliveira trabalhava no Banco do Brasil, aconteceu um acidente grave com um colega de trabalho. Ele e outro colega foram ao hospital visitar o acidentado.

Conta ele que, chegando lá, o colega estava todo engessado. Todo mesmo. Sabe aquela coisa de uma das pernas suspensa com uma corda? Então. Ele só podia mover os olhos. Parecia uma múmia. O corpo todo enfaixado e só os olhos a mostra.

Chegaram ao hospital e…

- Oi Cido… Acidente feio, hein?!

E o doente respondia movendo os olhos.

Coitado do Cido

Eles ficaram muito chocados com a cena. Conversaram por 45 minutos com o Cido.

- Não se preocupe, Cido, o que você precisar pode contar com a gente.

E conversaram muito com ele, coitado, que só podia mover os olhos para cima, para baixo e para os lados.

A esposa dele chega no quarto, avista os dois e pergunta:

- De onde vocês conhecem meu marido?

- Do banco.

Notaram que a resposta causou uma certa estranheza na mulher. Despediram-se e foram para casa.

No outro dia, já no banco, o gerente vem contente ao encontro ao PC e diz, sorridente, que o acidente não fora tão sério e que o Cido, não precisou ficar internado.

Depois que ele me contou essa história (e depois que eu consegui parar de rir), fiquei imaginando o tanto que o tal Cido deve ter virado os olhos para todos os lados, por mais de meia hora, tentando informá-los que ele era outra pessoa.

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A última do Aguinaldo (04)

O Aguinaldo foi todo pimpão cortar o cabelo.

Indiquei a ele o Espaço Izabela Miranda. Um lugar maravilhoso. A Izabela é muito competente e especializada no público masculino, de tal forma a fazer com que nos sintamos em casa. Recomendo. Fica na Parigot, em Paranavaí, Paraná, Brasil, Terra.

Ele, feliz da vida depois do corte, porque a Iza, além de muito competente é linda! Pois bem, ao terminar ela disse:

- E então, cliente, vamos dar um “talento”?

É um barato! Chama a gente de “cliente”. “Oi cliente, tudo bem?” “Cliente, você pode dar uma carona para a minha cliente?” E por aí vai. “Talento”, na linguagem dela, significa tirar os pêlos do ouvido e da sobrancelha. Mas o Aguinaldo não sabia disso. Pensou que era uma espécie de… Massagem relaxante. Coitado. Ledo engano. Continuemos a história.

Ela o encaminhou a uma sala. Tinha música instrumental e um incenso aceso. Ele se animou.

- Cliente, deita aí e fica a vontade que eu já volto.

Ele…

(Esperem um pouco. Quando eu parar de rir eu continuo.)

Pronto. Consegui me controlar. Continuando…

Ele tirou a camisa e deitou de barriga para baixo. Pensava feliz e com um leve sorriso no canto esquerdo da boca. “Quando ela chegar já estarei até dormindo para a massagem”.

Ela entrou e não entendeu porque ele estava daquele jeito.

- Cliente, pode colocar a camisa e deitar do outro lado, por favor, de barriga para cima.

Ele obedeceu, mas, não entendeu quando ela pegou uma pinça e: ZIMMMMM!!! Arrancou o primeiro pêlo do ouvido.

- Talento? Não, obrigado. Eu passo.

Ele me conta que até hoje ouve o tal “ZIMMMMM” no seu ouvido esquerdo, lembrando-lhe a todo o momento a cena dantesca. Conta ainda que, na hora, pensou em procurar rápido o celular para ligar para o 196. Disse que tinha a impressão de que o ouvido dele, inteiro, tinha saído na pinça.

- Amauri, saía lágrima dos meus olhos. Mas eu não podia fazer nada.

Ele ficou até terminar, porém, mais sério que cachorro em canoa. Já viram um cachorro em uma canoa? Pois é. Ele ficou daquele jeito. Não piscava. Não sorria. Não respirava…

Não sei se é impressão minha, mas, faz tempo que não vejo o Aguinaldo comer aquele chocolate da Garoto, o Talento. Deve ser ojeriza.

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O chopp do mês – Maio/2011

Para quem não sabe, somos em três amigos: Eu, Aguinaldo e Calígola. Combinamos de nos reunir uma vez ao mês com um convidado especial.

E lá vamos nós para a nossa quinta reunião.

Muito bem. Tudo começou quando fui pegar o Aguinaldo em casa e este me disse, ao entrar no carro, que estava sem um centavo no bolso. Pedi para ele descer do carro. Não desceu e não acreditou que eu estava falando sério.

Fomos buscar o Calígola, que não estava no ponto combinado, ou seja, na esquina da Unipar. Tivemos que ir até a casa do boneco, que é de difícil acesso. Pensem numa rua esburacada…

Osmar, Aguinaldo, Amauri e Calígola

O convidado do mês foi o Osmar Bonfim, nosso amigo de longa data. Ele já tinha dado o bolo em outro chopp do mês, mas, resolvemos, em ata, dar mais uma chance para o bicho.

Partimos para buscar o Osmar. Entrei na rua errada. O Aguinaldo ficou dando muitos palpites. Então entrei em outra rua errada e mais uma e outra até que acertei e encontramos a casa.

O lugar escolhido foi “O Boteco”. Tinha rodízio de escondidinho. Só eu comi. Eles pediram uma picanha na chapa com mandioca frita. Eu aproveitei e comi de tudo.

O Osmar começou com um assunto de economia. Falava dos preços e dos donos dos preços. Falava da bolsa de valores, da bolsa de Tóquio e o escambal. Eu e o Calígola não entendíamos nada. O Aguinaldo acenava com a cabeça para tudo, mas, não estava compreendendo bulhufas, até o momento em que foi tirar uma cerveja do balde e caiu gelo por cima de sua calça.

O fato inusitado é que, nesse exato momento eu parei de escrever este post para procurar a foto na minha máquina. O Aguinaldo esqueceu de levar a dele. Sorte que e eu tinha esquecido a minha no porta-malas do carro. Pois bem. Fui lá, peguei a máquina e pedi a um garçom para fazer a foto para esta postagem. Só que acontece que eu formatei o cartão hoje a tarde…

A salvação! O Evandro (Kabelo), do Click Agito estava por lá e registrou o momento. Entrei no site dele e peguei a fotinha. Ainda bem, senão eu ia ter que ouvir a turma me enchendo o saco pelo resto dos mil anos.

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Hoje é dia 16 de agosto de 2012 e estou fazendo um adendo neste post. Motivo: Não é que eu achei a foto que foi tirada com a minha máquina? Eu não tinha formatado o cartão. Como ela apareceu no meu computador… Nunca saberemos. Mas, segue a dita.

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A freira e o telefone

Tem coisas que só acontece comigo.

Convidei um colégio para assistir a um espetáculo teatral. Várias turmas foram com os professores. Em torno de uns 150 alunos.

Resolvi ligar, no mesmo dia, para obter um feedback da supervisora. Era uma irmã, uma freira. O colégio era católico.

Liguei uma vez. Demoraram em atender. E quando atenderam:

- Oi!

E desligaram na minha cara.

“Oi!”. Não se atende ao telefone assim, pelo menos não em uma escola séria e conservadora. Já fiquei até com raiva e nem quis ligar novamente.

Tentei outra vez. A fórmula se repetiu. Eu já estava desistindo.

Na terceira tentativa, uma pessoa atendeu. Ouvia-se burburinhos. Achei normal, pois, deveria ser o horário do intervalo. Ouvia também outros sons, que explico daqui a pouco.

- Oi!

“Oi!” – Quem é que fala “Oi” ao atender o telefone, minha gente?

- ALÔ, por favor, quero falar com a irmã fulana.

- Irmã fulana? Ah… Espera.

Demora. Demora. Demora. Até que veio a irmã atender. Estava ofegante e com a voz trôpega.

- Alô!

- Alô, irmã, é o Amauri. Tudo bem? Estou ligando para saber se os alunos e a senhora gostaram do espetáculo.

 – Ah! Sim. Foi tudo muito bom. Todos gostaram e tivemos um retorno positivo, principalmente a parte que fala do bullying.

- Que bom, irmã. Fico feliz e…

Nesse momento ela me interrompeu.

- Amauri, meu filho, tenho uma pergunta. Porque você ligou aqui no ORELHÃO?

Fiquei azul do outro lado da linha. “Orelhão”? Eu não acreditava que tinha ligado para um orelhão. Os outros barulhos que eu ouvia eram de carros passando e buzinando.

Coitada da irmã. Teve que descer as escadarias, passar por uma multidão, super curiosa para saber quem estava querendo falar com ela… Em um orelhão…

Ela não falou, mas, posso afirmar que pensou:

- O feedback do espetáculo foi positivo… Agora, você ligando para eu atendê-lo em um orelhão é extremamente deselegante e negativo. É o fim-da-picada hein rapá!?

E sairia retrucando em voz baixa até chegar ao colégio:

- Vai catar coquinho… Quanta falta de compostura e decoro… Aff…

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Frase (03)

o deixe que as outras pessoas

vejam o que existe de pior dentro de você.

Dê descarga!

Amauri Martineli

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