O retorno de Maresias – Uma história de sangue, suor e lágrimas. Mais lágrimas que sangue e suor.

Fomos curtir, nas férias, a praia de Maresias. Paulo, Naty, Glaica, Aguinaldo, Dandara e, claro, eu. Não vou falar nem sobre a ida, para aquela famosa orla e nem sobre nossa estadia na Toca da Praia, com sua extraordinária piscina. Vou contar como foi o calamitoso retorno a Paranavaí.

Registro da ida. Só alegria. (Não sei por qual motivo não tem foto da volta...)

Informação necessária: Tenho um relógio de pulso que verifica minha pulsação. Ando com ele porque tenho bradicardia sinusal. Mas, segundo meu médico, teoricamente é para o meu bem. Ele ia tão bem no meu atendimento, até usar a palavra “teoricamente”.

Vão lendo, mas, é bom buscar o Prozac lá na caixa de remédios e deixar por perto.

1)      Chegamos ao aeroporto em tempo hábil para o voo. Felizes da vida porque ainda tínhamos tempo. Havia tempo. NÓS TÍNHAMOS TODO O TEMPO DO MUNDO!!! Vocês entenderam a parte do “chegamos em tempo”?, “ter tempo de sobra”?. Vamos lá.

2)      Glaica e Dandara resolveram ir ao banheiro. Por que as mulheres tem que ir em dupla ao banheiro, meu Deus? Pois bem. Demoraram uma década e a hora do voo chegando. Fui e fiquei esperando um bom tempo ao lado de fora do banheiro. Aí achei estranho e chamei uma segurança. Pedi a ela para entrar no WC e chamar por elas. Voltou e disse que ninguém respondeu. Em resumo: Elas NÃO estavam no banheiro. Mistério… Por algum motivo, ainda não explicado, elas não estavam no banheiro.

3)      Nos dividimos em grupos: Eu, sozinho, desembestado pelo saguão do aero e o restante da patota procurando-as. Nesse momento já não tínhamos mais tanto tempo assim.

4)      As pestes desaparecidas apareceram. Nem deu tempo de fuzilá-las com meu olhar. Nos despedimos do Paulo e da Naty super rápido.

5)      Corri para a sala de embarque e fui logo procurar o portão 8 , com a ideia de fazer o piloto esperar um pouco, até chegarmos todos ao local. Fui andando a passos largos procurar o tal portão.

6)      As duas ficaram meia hora tentando passar com a bagagem na triagem. O que tinham dentro das malas? Até agora é uma incógnita. Na ida foi tudo bem, na volta, aumentaram de volume… Mulheres!!!

7)      Enquanto caminho rápido, olho para trás e vejo que eles entraram pelo lugar errado. Digo “eles” porque o Aguinaldo ficou junto porque, se eu ficasse perto, poderia mordê-las ou dar-lhes um catiripapo. Decido continuar assim mesmo, pois, imaginei que se eu achasse o portão 8, voltaria correndo e avisaria-os onde era. Resumindo: Perdi-os de vista.

8)      Chego ao portão dos infernos nº 8 e o bicho está fechado. Fico batendo no vidro, igual um doido, para uma moça de uniforme me ver. Mostro para ela meu bilhete. Ela não sabe de nada. Chama um rapaz pelo rádio. Ele não entende bulhufas. Não dava para ouvir por causa da grossura do vidro. Até que um rapaz veio de longe e disse que o embarque seria no portão 10.

9)       Olho para trás e nem sinal do três. Meço meu coração com meu relógio e percebo que está a 170. Vou até o portão 10, que é longe pra cacete do outro e confirmo tudo.

10)   Volto correndo para ver se localizo o trio parada dura. Quando consigo avistá-los, estão voltando. Que ódio! Eles estavam voltando!!! Estava a quilômetros deles, mas, conseguia vê-los. Dei um “PSSSSIIIIIUUUUU!!!!” tão alto que 90% das pessoas do aeroporto olharam para mim, menos, advinha quem. Nesse momento esqueço a etiqueta e começo a correr ao encontro deles. Eu corria como um maratonista da São Silvestre. Dava gosto de ver. Pensei: “Será que estão voltando para a casa do Paulo e desistiram do voo?”

11)   Novamente eu grito. Um grito forte. Como quem dá um comando a um cão adestrado. Firme. Adequado ao ambiente… Bom… Na realidade foi um grito de desespero mesmo. Eles (e metade do aeroporto) olham para trás. Verifiquei meu coração, no meu reloginho mágico. Estava a 196. Quero lembrá-los que o meu normal, por causa da bradicardia, é de 50. Ainda estão aí lendo a minha saga? E o Prozac já está fazendo efeito?

12)   Até agora estamos no aeroporto, perceberam? A história mal começou. Entramos no avião e resolvi ficar longe delas. Sentei numa poltrona em que o corredor nos separava. Ao meu lado, um espaçoso, que tive que vir inclinado para a direita o tempo todo. E o corno nem aí.

13)   O avião decola. O Aguinaldo começou a passar mal, como de praxe. Verifiquei o coração do bicho e estava a 102. Pensei “tudo bem, na ida estava a 108”. Verifiquei o meu. Estava indo bem. 88. Mas, aguardem o resto do drama.

14)   Pouso perfeito. Vamos às malas. Glaica pega a mala errada! Ela pegou a mala errada, acreditam! No meio de 58 mil malas tinha uma parecida com a dela. E ELA PEGA A MALA ERRADA!!! Fico como um doido procurando alguém com uma mala igual a dela para fazer a troca. Pânico mais uma vez. Meço meu coração. 215. Vai uns 10 minutos nessa correria. Fomos ao estacionamento. Chamamos a polícia. Funcionários do aeroporto. Nada. No fim, a mala aparece na esteira. A mala dela aparece como que por encanto na esteira. Era só fazer a substituição. Meu coração volta a 180 e “regulariza” em 102.

15)   Uma van aparece para nos pegar e nos levar ao estacionamento onde tínhamos deixado o carro. Mas não era aquela Van. Aparece outra lá no fim do mundo. Vou para lá e é a correta. Olho para trás e cadê todo mundo? Volto correndo, a pé, para dizer a eles que a Van é aquela e não a outra.

16)   Deixo todos entrarem. O motorista fala que não cabe mais um, no caso, eu. Resolvi ir em pé mesmo sob os protestos do motorista que, ao olhar minha cara, resolveu concordar.

17)   Chegada no estacionamento. Há uma árvore atrás do carro do Aguinaldo. Era só ele ligar o carro e ir um metro para frente. Não. Ele não faz isso. Resolve tirar o carro do lugar e colocar no meio, onde saem os outros carros. A Glaica não consegue abrir o porta-malas. Nem o Aguinaldo. O cara não consegue abrir o porta-malas do próprio carro… Uma mulher começa a buzinar freneticamente para ele sair da frente. Olho para trás e a fila só aumenta.

18)   Ele entra no carro e faz uma manobra. A mulher consegue passar, mas, não sem antes dizer um palavrão que não ouso digitar aqui.

19)   Coloco o tal reloginho pra funcionar: Meu coração está a 245.

20)   Nessa confusão da manobra do carro, as meninas colocam as malas no meio da passagem. Outra fila se forma porque os carros agora não podem passar por causa das malas. Acreditam nisso? Imaginem os outros passageiros estressados porque chegaram e querem ir logo para casa. Gritei: “Gente, as malas vão ser atropeladas, caramba!” Elas correm e colocam as malas na calçada.

21)   Para descontrair: Beu dobe é Sibone! (Piada interna).

22)   Conseguimos sair do estacionamento, mas, o carro começa a apitar, está sem combustível.

23)   Deixo para abastecer lá na saída de Maringá. O posto está fechado. E para voltar? Tenho que ir lá no fim do mundo para poder pegar um retorno. Nesse momento ergo as mãos, olho pra cima e grito: “Agora chega, né?”.

24)   Achamos um posto, enfim. A Dandara diz que quer ir ao banheiro. Meu coração vai a 836.

25)   Chegamos a Paranavaí, mas eu estou bem. Acordei agora. A enfermeira me chamou.

26) O médico disse para eu tirar umas férias.

Sobre Amauri Martineli

FOI: • Presidente do Conselho Municipal de Cultura; • Presidente do TEP – Teatro Estudantil de Paranavaí; • Secretário da APAC - Associação Paranavaiense de Arte e Cultura; • Presidente da ASAS – Associação dos Artistas; • Diretor da Cia. Almas Claras; • Diretor Interino da Academia de Letras e Artes de Paranavaí; • Produtor da Cia. Oficinas; • Colunista da Revista Grande Noroeste – Seção Arte & Cultura; • Coordenador de oficinas de Iniciação e Vivência Teatral; • Diretor de produção da Caiuá Cia. de Teatro; • Diretor Presidente da Fundação Cultural de Paranavaí. CURSOS, SEMINÁRIOS, CONFERÊNCIAS, FÓRUNS E OFICINAS: • Curso de Expressão Corporal/ SESC Paranavaí; • Curso Básico para Preparação de Atores com Miguel Bretas/São Paulo/SP; • Curso Direção Teatro/FAP-Faculdade de Artes do Paraná/Pedro Ochôa/Maringá/PR; • Curso de Dramaturgia/FAP com Beto Meira de Curitiba/PR; • Curso de Expressão Corporal/FAP com Cíntia Nápoli de Curitiba/PR; • Curso de Música para Atores/FAP com Rosy Greca de Curitiba/PR; • Curso de Vivência Teatral com Luiz Arthur do Rio de Janeiro/RJ; • Oficina de Informação Teatral com Luiz Arthur do Rio de Janeiro/RJ; • Oficina “Construir” - Máscaras em Látex - Coordenadoria de Ação Cultural, Secretaria de Estado da Cultura com Daisy Neri - Curitiba/PR; • Curso Intensivo de Parapsicologia e Ciências Psíquicas - Neurolinguística e Relaxamento pelo Instituto Ugnelli, ministrado por Plínio Silva; • Conferência do Projeto “Memória e História” pela Secretaria de Estado da Cultura; • Curso de Cenotécnica Teatral com Reinaldo Soriane de Maringá; • Curso de Análise de Textos com Alexandre dos Santos do Rio de Janeiro; • Curso “Domínio Para a Produção e Política Cultural”, SEEC; • Oficina de Informação Teatral – “Fazer Suando, para suar fazendo o prazer da arte”, com Luiz Arthur; • Curso de Análise de Textos com Alice de Castro do Rio de Janeiro; • Oficina de Iluminação com Jamile Tormann, de Brasília; • Curso “Arquitetura do Espetáculo” com Luiz Arthur do Rio de Janeiro; • Oficina de Dramaturgia, em Florianópolis, com Eliane Lisboa; • Fórum “O Agente Cultural e a Sensibilização de Público”, com Maria Ângela Bonifácio; • Fórum “Teatro e Cultura Popular”, com José Rodrigues e Adriana Schneider; • Fórum “Teatro e Desenvolvimento Turístico”, com Luiz Moukarzel; • Fórum “Teatro e Literatura”, com Toninho Guedes; • Curso de Extensão pela UEM - Universidade Estadual de Maringá: "Gestores de Projetos e Instituições Culturais", através do Gabinete da Reitoria, Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes/Observatório das Metrópoles, Instituto Museu Memória e Vida e Ministério da Cultura. • Oficina de Implementação de Sistemas de Cultura, ministrado em Curitiba, na Biblioteca Pública do Paraná, pela Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura; • Curso de Especialização em Dublagem, com Mônica Placha, Marcelo Ferrari, Marcelo Anatel e Douglas Sartori em Dublagem Curitiba. PARTICIPAÇÃO EM FESTIVAIS: • Festival de Teatro de Paranavaí/PR; • Projeto “O Paraná Faz Teatro” - Teatro Guaíra em Curitiba/PR com o espetáculo “Morte e Vida Severina” com o Grupo TASP de Teatro; • Festival de Inverno - Mostra de Teatro em Toledo/PR; • FENATA - Festival Nacional de Teatro em Ponta Grossa/PR; • Festival Internacional dos Países do Mercosul em Marechal Cândido Rondon/PR; • Mostra de Teatro de Jacarezinho/PR; • Semana da Cultura Espírita de Paranavaí; • Festival de Teatro da Região Oeste – Marechal Cândido Rondon/PR; • FETECO – Festival de Teatro da Costa Oeste – Itaipulândia/PR; • Festival Intercolegial de Esquetes Teatrais; • Festival Espírita Cinco Minutos de Curitiba; • Festival Experimental de Teatro Espírita de Florianópolis/SC; • Festival Espírita Cinco Minutos de Paranavaí. PREMIAÇÕES E INDICAÇÕES: • Menção Honrosa FEMUP 1991, categoria interpretação de poesia; • Classificação “Os Três Melhores” nos FEMUP´s de 1992 a 1994, categoria interpretação de poesia; • 3º Lugar no FEMUP 1997, categoria interpretação de poesia; • 1º Lugar no FEMUP 1999, categoria interpretação de poesia; • 1º Lugar Festa da Laranja, categoria interpretação de poesia - 1996; • 3º Lugar Festival Zé Maria de Declamação – 1993; • 1º Lugar Festival Zé Maria de Declamação – 1994 e 1999; • Classificação “Os Cinco Melhores” no 20º Concurso de Crônicas e Poemas da FAFIPA – 1991 e 1992; • Melhor Ator Coadjuvante – 1º Festival Regional de Teatro de Paranavaí/1998; • Melhor Ator – 2º Festival Regional de Teatro de Paranavaí/1999; • Melhor Iluminação – 2º Festival Regional de Teatro de Paranavaí/1999; • Melhor Iluminação – 1ª Mostra de Teatro de Jacarezinho/PR/2000; • Indicação para Melhor Iluminação no Festival Internacional dos Países do Mercosul - 1999; • Indicação para Melhor Ator no Festival Internacional dos Países do Mercosul – 1999; • Indicação para Melhor Iluminação no 5º FETECO – Itaipulândia/PR – 2001; • Melhor Iluminação no 4º Festival Regional de Teatro – Paranavaí/PR – 2001; • Melhor Ator no 4º Festival Regional de Teatro – Paranavaí/PR – 2001; • Menção Especial no 1º Festival Espírita Cinco Minutos de Curitiba – 2002; • 2º e 3º Lugar no 1º Festival Espírita Cinco Minutos de Curitiba – 2002; • Indicação para Melhor Iluminação no 1º Fest. Esp. de Teatro Espírita de Florianópolis – 2003; • Indicação para Melhor Ator no 2º Festival Espírita Cinco Minutos de Curitiba – 2003; • Prêmio "As três melhores crônicas" no II Varal Literário da Unespar - Universidade Paranaense – 2009; • Prêmio "Os três melhores poemas" no VII Varal Literário da Unespar - Universidade Paranaense. – 2014; • Classificação “Os Doze Melhores” no FEMUP de 2019, categoria declamação de poesia. MONTAGENS DE ESPETÁCULOS TEATRAIS: • A Árvore dos Mamulengos, de Vital Santos; • O Arena Canta Zumbi de Guarnieri, Boal e Edu Lobo; • Uns, Fé de Mais, Outros, Fé de Menos de Benedito Silva; • O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna; • Farsa com Cangaceiro, Truco e Padre, de Chico de Assis; • Cantata Pra Alagamar, de W. Solha e A. Kaplan; • Chão Bruto, de Paulo Campos; • Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; • Ponto de Partida, de Gianfrancesco Guarnieri; • O Santo Inquérito, de Dias Gomes; • O Diabo e o Homem na Vila Montoia, de Paulo Campos; • Os Saltimbancos, de Luiz Enriquez e Sérgio Bardotti; • O Cavalinho Azul, de Maria Clara Machado; • História Meio ao Contrário, de Ana Maria Machado; • Dolly, de Lígia Fagundes Telles; • Hagoromo - O Manto de Plumas – Leitura Dramática; • O Homem Cordial, de Roberto Athayde; • O Orçamento Participativo, de Rosi Sanga; • D-OLHO na Mochila, de Valésio Willemann; • A Fada que Tinha Ideias, de Fernanda Lopes de Almeida; • Te Ofereço Paz – Coletânea; • Teatrando, de Ivan José Cardoso Henrique da Cunha – Leitura Dramática; • Era Uma Vez Outra História, de Fátima Ortiz e Enéas Laur; • O Fantástico Mistério de Feiurinha, de Pedro Bandeira; • Vida Após a Vida, diversos autores; • Esboço do Juízo Final, de Vittorio Alfieri – Leitura Dramática; • Rei Lear, de Willian Shakespeare – Leitura Dramática; • A Tempestade, de Willian Shakespeare – Leitura Dramática; • Kardec, na Intimidade – adapt. Roque Jacintho e Henri Sausse; • O Diabo e o Homem na Brasileira, de Paulo Campos; • As Casadas Solteiras, de Martins Pena; • O Mágico de Oz, adap. Rosi Sanga; • Chapeuzinho, Borralheira, São Jorge e o Dragão, adapt. de Rosi Sanga; • Pega na Mentira! – Coletânea; • Imortalidade, de Rogério Felisbino, adapt. de Lígia de Oliveira; • Folia, Cia. Oficinas; • Era Uma Vez a Escola, Cia. Oficinas; • Reencarnação, de Reinaldo de Andrade; • Bar Copa 70, de Paulo Cesar de Oliveira; • João e Maria - Assim Assado, de Rosi Sanga; • A história de amor de Romeu e Julieta, de Rosi Sanga.
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14 respostas para O retorno de Maresias – Uma história de sangue, suor e lágrimas. Mais lágrimas que sangue e suor.

  1. joao henrique disse:

    putz que agoniaaaa do caramba. num tenho esse aparelhinho ai, mas meu coração tava nuns 500. grande!

  2. Gaty disse:

    Menino vc ta vivo ainda?? kkkkkkkkk
    Vc realmente não precisa de férias, péssima recomendação kkkkkkkkk

  3. Náty disse:

    “Beu dobe é Sibone!” kkkkkkkkkkkkkkkkk….

    Sem mais.

  4. simone disse:

    Espere aí, é o que estou pensando sobre a ¨Beu Dobe é Sibone¨??? Piada interna?

  5. É, Sibone… digo, Simone. É o que está pensando.
    kkkkkkkkkkk – Coisa mais linda do mundo! Saudade de mar.

  6. simone disse:

    * Tambem amo vcs….

  7. Jéssica disse:

    Eu achava que elas dessem trabalho, mas não tanto assim k k k k k k, e o Aguinaldo no meio ainda, aiai… rsr…

  8. Arlanza disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkk, nossa Amauri e o Selozok ??? 😀 nao adiantou nada ?! rsrs

  9. Nadime disse:

    Ai ai…Beu dobe é Sibone..hahhahaha..to rindo ainda

  10. simone disse:

    Ate voce Nadime??????????????????

    • Nadime Abdallah disse:

      Ops….não achei engraçado Simone, não me interprete errado…só achei a forma que ele colocou legal, mas achei de profundo mau gosto da parte do Amauri fazer isso com pessoa tão amável…humm..rs.

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